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Chegou o Verão! Viva o Sol, cor e Curtição!

Abundam as alternativas que a região oferece para se divertir, curtir a natureza e tirar o estresse e preocupações do dia-a-dia da cabeça. Opções é que não faltam para todos os gostos e condições financeiras, principalmente no verão amazônico, quando destaca-se as praias fluviais, a pesca esportiva, as trilhas radicais e a observação da fauna e flora regionais, além da badalação em Salinópolis, na costa atlântica paraense

Chegou o Verão! E com ele, o sol, praia, piscina e muita curtição. Nisso, a Amazônia é rica com seus inúmeros balneários e até mesmo lugares simplesmente aprazíveis, onde o veranista pode ter opções de descansar e contemplar a natureza, alguns perto de centros urbanos e outros mais distantes, porém vale o esforço de ir mais longe, pois para se divertir e tirar o estresse e preocupações do dia-a-dia da cabeça, tudo é possível.

Em primeiro lugar, é preciso conhecer o menu de alternativas que a região oferece, que é para todos os gostos e condições financeiras. Para quem mora nos grandes centros, como Belém e Manaus, por exemplo, o mais barato é ir até a Ilha do Mosqueiro, zona do Salgado, ou à Ilha do Marajó, isto do lado paraense. 0No Salgado, destaca-se Salinópolis por seu clima agradável, belezas naturais, muito mar e, acima de tudo, por seu charme especial: é uma das mais concorridas cidades-balneário da Amazônia, além de ter acesso à capital paraense via rodoviária.

Já no Amazonas a grande pedida é conhecer as maravilhosas cachoeiras de Presidente Figueiredo e as pescarias do lago da represa de Balbina. O amazonense, por dispor da BR-174, pode dar um pulinho a Roraima e conhecer as belezas daquele Estado, inclusive o Monte Roraima, o lago de Caracanarã, a fronteira com a Venezuela .

O Oeste do Pará também é rico em opções. Possui 65 quilômetros de belas praias banhadas pelo Tapajós, considerado um dos rios mais belos do mundo com suas águas verde-azuis e cristalinas. Entre as praias estão a paradisíaca Alter do Chão e Ponta de Pedras, em Santarém, e Pindobal e Aramanaí em Belterra, isto sem falar nas belezas do rio Arapiuns.

Em Monte Alegre e Alenquer pode-se deslumbrar com sítios arqueológicos, águas térmicas e sulfurosas e belas cachoeiras, algumas delas com razoáveis pousadas. O povo alenquerense celebra no início de agosto o curioso Festival dos Matutos no Matutódromo. Oriximiná pode ser também uma excelente oportunidade para quem quer conhecer as praias do rio Trombetas e os pontos de pesca esportiva ali existentes. Em julho, nos dias 28, 29 e 30, acontece em Juruti o Festival das Tribos, evento folclórico que cresce a cada ano e que está se destacando ao lado do Boi de Parintins e do Çairé de Santarém.

O rio Xingu também oferece muitos lugares a serem visitados, como Porto de Móz, Senador José Porfírio e Altamira, com opções diversas, como a pesca esportiva, banho de praia e caminhadas ecológicas.

A pescaria na represa de Tucuruí já entrou no calendário da pesca esportiva e pode oferecer no Tapan realizado em agosto. O rio Araguaia é um sonho no verão, destacando-se as praias de Conceição do Araguaia, no Pará.

No Estado do Maranhão o veranista pode escolher as várias praias litorâneas, a região do delta do Parnaíba, o vale do Mearim ou ainda as paisagens do sertão. Percorrer a história do Brasil colonial é prato cheio no menu maranhense, como Alcântara, São Luís e São José do Ribamar.

A praia da Graciosa é a principal atração do verão de Palmas, a capital do Tocantins. Quem ainda não a conhece, é bom se esmerar em ir lá, pois o aprazível local será inundado para o funcionamento da hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães (Lajeado) e que por isto este ano ocorrerá a última temporada de verão do point, que tem a maior estrutura de praia fluvial do país. as conhecer o Jalapão, no leste do Estado, pode abrir os horizontes para os que querem ver dunas no sertão, chapadões, o fervedouro que desafia a gravidade, além de belas cachoeiras.

Com a sua cobertura vegetal ainda quase intacta, o Estado do Amapá oferece variadas opções de passeios ecológicos, destacando-se a Região dos Lagos, Serra do Navio (centro urbano que ostenta moderna arquitetura em plena selva amazônica) e as ilhas de Santana, Maracá e Ipioca, além da pororoca e dos ninhais de guarás na região costeira.

O folclore é outra atração que merece ser vista, como o Marabaixo e o Batuque. Em julho, acontece a Festa de São Tiago em Mazagão Velho, monumental espetáculo teatral a céu aberto, relembrando as batalhas entre cristãos e mouros no continente africano. Na capital, Macapá, nos dias 7, 8 e 9 moradores e visitantes acompanharão o desenrolar da I Gincana Amazon View, que terá finalidades artísticas, culturais e filantrópicas.

Ainda na capital, se encontra a Fortaleza de São José, um marco da soberania regional que precisa ser conhecido, hoje recuperada e oferecendo opções diversas de lazer e entretenimento, possuindo inclusive um restaurante só com comidas típicas.

Conhecer a estrada-de-ferro Madeira-Mamoré é passear na história da Amazônia. Isto pode acontecer se for em Rondônia, que apresenta um roteiro cheio de belezas naturais e interessantes. É o caso do vale do Guaporé, onde pode ser visitado o Forte Príncipe da Beira e conferidas muitas outras atrações de verão. A programação de verão que o rio Abunã oferta uma apetitosa opção em julho, principalmente para os que curtem esporte de praia e o visual feminino. Outra dica: embora pouco divulgado, o folclore de Rondônia, nas regiões de Porto Velho e Guajará-Mirim, é bem interessante com o bumbá nordestino, quadrilhas e pastorinhas, além da interpretação de lendas indígenas, como as da Iara, do Boto, do Mapinguari e tantas outras.

Como verificamos, não é preciso sair da Amazônia para curtir o que um veranista deseja. Na Região há de tudo, só não neve, mas há clima de montanha, igarapés e caudalosos rios onde as viagens de barco representam um gostoso passeio em contato direto com a grandiosidade da natureza. Uma viagem de barco de Belém a Manaus é um passeio inesquecível e para aqueles que gostam de aventura, a região oferece várias estradas, a exemplo da Transamazônica, Santarém-Cuiabá, BR-156 (Macapá-Oiapoque) e a da Calha Norte, que liga as cidades paraenses de Prainha a Oriximiná.

Para os que gostam de conforto e são apressados, a Amazônia possui várias empresas aéreas, como a Penta, Meta, Tavaj, Rico, Tail e outras que podem levar com segurança o veranista a qualquer lugar da região. (Apolonildo Britto - Revista Amazon View – Edição 31)

 
Apolonildo Brito

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