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Jornalismo | Reportagens

Iepa: pesquisas medicinais e museu a céu aberto

Uma das grandes marcas do atual Governo do Estado, dentro do Programa de Desenvolvimento Sustentável, é o trabalho elaborado pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa). Plantas medicinais e o Museu a Céu Aberto são destaques populares do órgão, que atualmente chamam atenção da imprensa do mundo inteiro.

Nos mais variados campos da ciência, o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa) possui o mais completo acervo de informações sobre o Amapá e está construindo um grande parque em Macapá, o Museu a Céu Aberto, com representações das várias etnias do Estado, dentre elas a Casa do CabocloCasa do Castanheiro, do Serin-gueiro, do Ribeirinho e dos Indígenas, inclusive área para realizações de eventos, espaço para exposições e comercialização de produtos regionais e comidas típicas.

As pesquisas do Centro de Plantas Medicinais e Produtos Naturais do Iepa chamam atenção da imprensa do mundo inteiro. Elas revelam resultados surpreendentes com a soma dos conhecimentos das populações tradicionais e da ciência, que juntas buscam a melhoria da qualidade de vida para todos.

A partir de plantas medicinais e outros produtos naturais, o Iepa tem se destacado pela criação de uma lista extensa de produtos que vão de auxílio ao tratamento de doenças a cosméticos, passando por hidradantes e outras utilidades.

Até há pouco tempo, era mínimo o número de pessoas que procuravam o Iepa para saber das novidades e adquirir os produtos fitoterápicos do órgão. Com a intensificação da produção do órgão, em larga escala, o número de pessoas subiu das minguadas 60 mensais, registradas em 1995, para 1.200, agora em 98.

Augusto Oliveira, diretor do setor de fitoterápicos do Iepa, lembra que o uso de plantas medicinais para tratamento de doenças é oficialmente reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A par disso, as pesquisas sobre as propriedades terapêuticas das espécies vegetais utilizadas pelas comunidades tradicionais do mundo, em destaque as da Amazônia, passaram a ocupar um importante espaço na busca de alternativas de tratamento de saúde. (Apolonildo Britto – Revista Amazon View – Edição 18)

 
Apolonildo Brito

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