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Estado do Tocantins, “A terra das oportunidades”

O Estado do Tocantins desponta no cenário brasileiro com um PIB anual (7,82%), três vezes maior que a média nacional, e, no mesmo período, 28,7% de crescimento populacional de sua capital (Palmas). Pense ainda num Estado que possui dois terços de área agriculturável, dois milhões de hectares prontos para produção com baixos investimentos, invejável infraestrutura urbana e um excelente planejamento turístico, tudo localizado no coração do Brasil.

Tudo isso é o Tocantins, cujo crescimento econômico é fruto de um planejamento sério e eficiente, onde todos os investimentos são direcionados para cumprir seu papel social de gerar empregos e distribuir melhor a renda. Este cenário começa a atrair indústrias de diversos ramos para o Estado, que já é considerado uma das grandes fronteiras de desenvolvimento do Brasil.

Localizado no centro geográfico da América Latina, em posição privilegiada que liga por estrada o Norte, Sul, Centro, Oeste e Leste do país, o Tocantins apresenta uma diversificação geográfica, que enriquece o turismo na região. Com belas praias fluviais, rios, florestas e morros que atraem e fascinam os turistas, o local oferece inúmeras oportunidades de investimentos neste setor. Tem água tratada, energia elétrica, serviços bancários, telefônicos e médicos, além de eficiente esquema de segurança. Definitivamente, o ecoturismo é uma das grandes metas do Tocantins.

Na indústria, o Estado é o melhor lugar para a localização de projetos agroindustriais, para beneficiamento de carne e leite, de couro e derivados, principalmente para plantio, extração e industrialização de madeira e de diversas culturas agrícolas. Oferece, ainda, comércio local, regional e internacional com excelentes oportunidades de investimentos. É o quarto produtor nacional de ouro e já foram identificadas em seu subsolo ocorrências de zinco, cobre, diamantes, manganês, ferro, nióbio, urânio, jazidas de cristal de rocha, gepsita e calcário, entre outros minerais.

Sua infra-estrutura conta com 2.618 km de estradas federais e estaduais pavimentadas. O setor energético oferece três grandes fornece-dores que se interligam, apoiando a economia social de mercado, que garante a livre iniciativa. O Estado proporciona incentivos fiscais e uma das mais baixas cargas tributárias do país.

Palmas, a capital, com apenas nove anos de existência, apresenta uma população acima de cem mil habitantes, distribuídos na última cidade planejada do século. O bem-estar e a qualidade de vida de seus habitantes fazem com que as obras de pavimentação, urbanização e jardinagem sejam executadas depois de oferecido o saneamento básico à toda população.

A precisão da arquitetura e do urbanismo da cidade está presente no traçado do moderno aeroporto, nas ruas e avenidas, nos bares e restaurantes, nos edifícios, shoppings e prédios administrativos de Palmas. O próximo passo será o embelezamento da “Cidade dos Sonhos”, que tem no Projeto Orla o objetivo de construir a maior praia artificial do planeta, com as águas do lago formado em torno da usina hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães, no Município de Lajeado.

O Estado do Tocantins

Localizado a sudeste da Região Norte, o Tocantins ocupa uma área de 278.420,7km², 1.007.041 habitantes e 3,61 de densidade demográfica. Sua capital é Palmas e possui 139 Municípios, cujas sedes mais populosas são Araguaína, Gurupi, Porto Nacional e Palmas. O relevo apresenta chapadas ao norte, o Espigão do Mestre a leste e a planície do médio Araguaia, com a ilha do Bananal na região central. São importantes o rio Tocantins, o rio Araguaia, o rio do Sono, o rio das Balsas e o rio Paraná. O clima é tropical. A economia se baseia no comércio, na agricultura (arroz, milho, feijão, soja), na pecuária e em criações. O Estado foi criado por determinação da Constituição de 1988, a partir da divisão do Estado de Goiás (partes norte e central). Mas a idéia de se constituir uma unidade autônoma na região data do século 19. Em 1821, Joaquim Teotônio Segurado chegou a proclamar um governo autônomo. O movimento, no entanto, foi reprimido. Na década de 70, a proposta de formação do novo Estado foi apresentada ao Congresso; chegou a ser aprovada em 1985, mas na ocasião acabou vetada pelo então presidente da República, José Sarney.

Criado pelo Ato das Disposições Transitórias, Art. 13 da nova Constituição, promulgada em 05.10.1988, dando-se sua instalação no quadragésimo sexto dia, após a eleição prevista no § 3º, mas não antes de 1º de janeiro de 1989. (Apolonildo Britto – Revista Amazon View – Edição 47)

 
Apolonildo Brito

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