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Cultura

Aruwetê - um povo entre dois mundos dos deuses

Os Araweté dizem viver no meio da humanidade, “na beira da terra”, num patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoado pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos. Tal constatação reflete os sucessivos deslocamentos sofridos ao longo dos anos, sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Mas eles resistem e mantêm sua cultura secular, apesar de ameaçados de extinção.
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Lendas

Lendas indígenas abordam temáticas universais

Quase sempre há um traço comum entre as lendas indígenas: a lembrança do dilúvio precedida de um tempo de bonança e felicidade na terra, quando os homens gozavam da graça divina, vivendo sem conhecer a dor e a morte e quando os animais eram dóceis e inofensivos. O Éden de nossos ancestrais indígenas em muito parecia ao descrito por Moisés na Gênesis bíblica.
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Turismo

Amazônia, Andes e Oceano Pacífico em ecoturismo

Mil novecentos e dez quilômetros separam Rio Branco, capital do Acre, da cidade de Ilo, na costa sul do Pacífico peruano. Fazer este trajeto por estrada, até bem pouco tempo, era tido como sonho, uma missão impossível. Hoje, porém, não apenas é possível como uma realidade que abre espaços para o intercâmbio comercial entre o Brasil, Peru e Bolívia, em especial para os amantes do turismo ecológico, cultural e de aventura.
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Cultura

Investimentos resgatam memória cultural de Belém

Depois de um período abandono e perda de qualidade de vida, cultural e urbana, investimentos governamentais mudam a cara da capital do Pará, dando suporte ao turismo histórico, cultural, científico e religioso de Belém, graças à equipe (Simão Jatene e Paulo Chaves) do governador Almir Gabriel, disposta a restaurar o legado histórico-cultural da cidade e introduzir melhorias que restaurem a sua condição tradicional de Metrópole da Amazônia.
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Ecologia

Reserva Biológica do Uatumã (Rebio-Uatumã)

Garantindo a preservação de mais de 562 mil hectares, a Reserva Biológica do Uatumã é mais um importante refúgio da biodiversidade da Amazônia. Localizada nos municípios de Presidente Figueiredo, São Sebastião do Uatumã e Urucará, a Rebio-Uatumã é considerada área prioritária à manutenção da diversidade biológica regional e faz parte do Corredor Ecológico da Amazônia Central, maior conjunto de áreas naturais protegidas do planeta.
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Turismo

Festival do Cupuaçu em Presidente Figueiredo

Presidente Figueiredo, no Estado do Amazonas, é o município da região amazônica que apresenta uma das maiores variedades de atrações paisagísticas com sua área abundante em rios, lagos, igarapés, corredeiras, cachoeiras, grutas e cavernas. Os atrativos naturais e culturais do município, aliados à realização de eventos populares, incrementam o turismo local e atraem multidões de visitantes.
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Cultura

Icoaraci, a “Vila Sorriso” de Belém do Pará

A bucólica – em alguns pontos – Icoaraci, apesar da sua atual condição de ser um dos oito distritos em que se divide o município de Belém, ainda conserva alguns traços de uma vila provinciana que, no passado próximo, se chamava Vila do Pinheiro. "Icoaraci", uma palavra de origem tupi, que significa "sol do rio" destaca-se na Região Metropolitana de Belém pelo seu artesanato, seus restaurantes à beira-rio e sua água de coco.
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Cultura

Belém celebra 363 anos de lutas e conquistas

Completando 353 anos de fundada, Belém não só enfrentou adversidades naturais, políticas e econômicas, como promoveu a conquista da Amazônia. Suas ruas e bairros lembram feitos históricos e povos primitivos da região. O Umarizal homenageia os heróis da Cabanagem, enquanto a Pedreira e o Marco lembram a Guerra do Paraguai e o Jurunas e Batista Campos perpetuam o nome das tribos indígenas ajudaram a conquistar a região.
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Cultura

Guaxenduba: a batalha brasileira decisiva

Não fosse o atrevimento do holandês, do francês e do inglês, a conquista da Amazônia não se daria no século XVII, pois o Tratado de Tordesilhas não foi aceito por estes países, que alegavam “que Adão não deixara testamento, portanto o mundo não poderia ser dividido em duas partes: uma, da Espanha, e, outra, de Portugal”. Assim os franceses aventuraram-se no Maranhão, os ingleses no Amapá e os helvéticos no interior paraense.
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Cultura

Unesco declara São Luís Cidade-Patrimônio

Desde os séculos XVI e XVII, o Maranhão já causava fascínio aos navegadores, nobres, corsários e aventureiros, não só porque era uma porta aberta para a descoberta dos tesouros da Amazônia, mas devido à beleza do lugar, cunhado de ‘‘Jardim do Éden’’ pelo francês Claude d’Abbeville. O navegador português Simão Estácio da Silveira, deslumbrado com a conformação da natureza da ilha, chamou o local de ‘‘Paraíso Terrestre’’ e "Brasil melhor".
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