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Cultura

Aruwetê - um povo entre dois mundos dos deuses

Os Araweté dizem viver no meio da humanidade, “na beira da terra”, num patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoado pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos. Tal constatação reflete os sucessivos deslocamentos sofridos ao longo dos anos, sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Mas eles resistem e mantêm sua cultura secular, apesar de ameaçados de extinção.
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Cultura

Investimentos resgatam memória cultural de Belém

Depois de um período abandono e perda de qualidade de vida, cultural e urbana, investimentos governamentais mudam a cara da capital do Pará, dando suporte ao turismo histórico, cultural, científico e religioso de Belém, graças à equipe (Simão Jatene e Paulo Chaves) do governador Almir Gabriel, disposta a restaurar o legado histórico-cultural da cidade e introduzir melhorias que restaurem a sua condição tradicional de Metrópole da Amazônia.
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Cultura

Icoaraci, a “Vila Sorriso” de Belém do Pará

A bucólica – em alguns pontos – Icoaraci, apesar da sua atual condição de ser um dos oito distritos em que se divide o município de Belém, ainda conserva alguns traços de uma vila provinciana que, no passado próximo, se chamava Vila do Pinheiro. "Icoaraci", uma palavra de origem tupi, que significa "sol do rio" destaca-se na Região Metropolitana de Belém pelo seu artesanato, seus restaurantes à beira-rio e sua água de coco.
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Cultura

Belém celebra 363 anos de lutas e conquistas

Completando 353 anos de fundada, Belém não só enfrentou adversidades naturais, políticas e econômicas, como promoveu a conquista da Amazônia. Suas ruas e bairros lembram feitos históricos e povos primitivos da região. O Umarizal homenageia os heróis da Cabanagem, enquanto a Pedreira e o Marco lembram a Guerra do Paraguai e o Jurunas e Batista Campos perpetuam o nome das tribos indígenas ajudaram a conquistar a região.
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Cultura

Guaxenduba: a batalha brasileira decisiva

Não fosse o atrevimento do holandês, do francês e do inglês, a conquista da Amazônia não se daria no século XVII, pois o Tratado de Tordesilhas não foi aceito por estes países, que alegavam “que Adão não deixara testamento, portanto o mundo não poderia ser dividido em duas partes: uma, da Espanha, e, outra, de Portugal”. Assim os franceses aventuraram-se no Maranhão, os ingleses no Amapá e os helvéticos no interior paraense.
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Cultura

Unesco declara São Luís Cidade-Patrimônio

Desde os séculos XVI e XVII, o Maranhão já causava fascínio aos navegadores, nobres, corsários e aventureiros, não só porque era uma porta aberta para a descoberta dos tesouros da Amazônia, mas devido à beleza do lugar, cunhado de ‘‘Jardim do Éden’’ pelo francês Claude d’Abbeville. O navegador português Simão Estácio da Silveira, deslumbrado com a conformação da natureza da ilha, chamou o local de ‘‘Paraíso Terrestre’’ e "Brasil melhor".
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Icamiabas, as mulheres guereriras de Orellana

O lendário amazônico é riquíssimo e complexo porque mescla elementos mitológicos dos indígenas sul-americanos com aqueles trazidos pelos colonizadores lusitanos e espanhóis. É difícil saber qual a origem das lendas cultivadas pelas populações caboclas, visto que elas se interagiram ao longo do tempo, intercambiando valores e entidades. Contudo, a maioria do lendário amazônico tem correspondente universal.
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No reino encantado do Boi-Bumbá de Parintins

Maior salão de exposição de artes a céu aberto, Parintins está toda engalanada para mostrar ao mundo a apoteose do Festival Folclórico, através das performances dos Bois Caprichoso e Garantido, que em três noites dão espetáculos de cores, luz, brilho e fantasia. A gigantesca produção artística, toda concebida por mãos e mentes regionais, fez Hans Donner, da TV Globo, afirmar, que a cidade tem o maior índice mundial de artistas por metro quadrado.
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Cultura

Museu Goeldi – 135 anos de pesquisas científicas

O Museu Emílio Goeldi completou 135 anos, sempre atraindo a atenção de cientistas e turistas pelo trabalho pioneiro que desenvolve na Amazônia e pelo acervo que possui – único no mundo. O Museu possui 26 mil livros, seis mil periódicos, fotografias, filmes, fitas, microfilmes, jornais e folhetos, 800 espécies botânicas, 600 animais, 81 mil peças arqueológicas, seis mil espécimes paleontológica e mineralógica, além de mais de mil amostras diversas
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Cidade de Manaus festeja 332 anos de fundação

Os festejos do aniversário de fundação de Manaus trouxeram este ano a solução da polêmica que já dura alguns anos: a cidade teria 153 anos da data em que ganhou o nome da atual capital do Amazonas, adotada oficialmente desde 1980; ou 332, como advogam o Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA) e várias academias amazonense (Letras Jurídicas, Maçônica de Letras e Medicina), com o apoio do Governo do Estado.
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